quarta-feira, 30 de março de 2022

A política na vida dos Jovens

 

A política na vida dos Jovens

A política é um tema bastante presente no nosso dia-a-dia. Quase que posso dizer, que faz parte da nossa rotina. E enquanto, jovem em idade eleitora, observo que a política é um tema complexo, e que acaba por não ser abordado corretamente na vida dos jovens.

Falo, por experiência própria, pois nunca tive um incentivo para gostar de política, ou sequer procurar ter conhecimento sobre o tema. E quando, cheguei à idade de eleitora, não tinha mínima noção do que era a política, o que dificulta a minha decisão na hora de escolher um partido. É claro, que muitos jovens devem passar pelo mesmo, e que, por sua vez, tornam o número de abstenções, cada vez mais elevado.

Ainda assim, os que votam, fazem-no de acordo com a influência dos parentes próximos, sobre o partido que os mesmos apoiam, e com isto, posso dar o exemplo, que observei nas últimas eleições, onde se deu uma maioria absoluta, em todo o país.

Desta forma, vemos que os jovens não adquirem a capacidade de formar a sua opinião sobre o que é a política, sobre o partido que se identificam, e o que os faz escolher tal partido, até porque se formos pesquisar os partidos e procurar os objetivos que os mesmos cumpriram e já conseguiram alcançar, damos de caras com uma escassa informação acerca disso. Por sua vez, observamos aqui mais um obstáculo na escolha de um partido, de um lado…

Vejo a política, como sendo um tema importante, e coloco especial atenção quando se trata de ser eleitor e colaborar para a existência de uma elevada abstenção, pois temos conhecimento que no tempo dos nossos antepassados, viveu-se uma ditadura, onde a censura era uma realidade e onde não havia liberdade de expressão e de voto. E acho de se valorizar, o esforço dos mesmos, para que nos dias de hoje, consigamos viver numa democracia. Deste modo, devemos olhar para os tempos de hoje, como uma oportunidade de fazermos a mudança e garantirmos que se mantenha a liberdade de expressão, apoiando o partido, com o qual nos identificamos.

Ao mesmo tempo, percebo que, por vezes, possa haver uma certa indecisão ou até a questão de não nos identificarmos com nenhum dos partidos existentes, pois podemos ter uma visão da realidade diferente, e não concordar com nenhum dos partidos que nos apresentam.

Por este motivo, concluo esta crónica apresentando a seguinte possível solução, ou seja, por exemplo, serem criadas palestras, ou até abordar o assunto em sala de aula, nas escolas, aos alunos do ensino secundário, onde se espera uma certa maturidade para começarem a procurar formar uma opinião sobre estes temas da sociedade, conseguirem ser o futuro do país e garantir a liberdade no mesmo.

 

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