Estava
para aqui a vaguear nos meus pensamentos quando me veio à memória o meu
primeiro contacto com os cavalos.
Não
tinha mais de uns seis, sete anos, quando estive, pela primeira vez, em cima de
um cavalo. Embora estive-se um pouco nervosa, com algum receio, consegui
desfrutar bastante do momento, que, embora curto, foi muito agradável. Desde aí
que ficou o gostinho pela equitação. Quando ia a algum lado e tinha oportunidade
de montar um bocadinho, fazia-o sem hesitar. Nunca tinha pensado em ter aulas,
até que uma vez, numa atividade com outros colegas, cujo propósito era,
precisamente, montar um pouco a cavalo, o dono da quinta, que era quem estava connosco
na altura, para nos ajudar, se virou para mim, quando terminei, e me disse que
devia dizer aos meus pais para me porem na equitação, que tinha jeito. Andei,
por uns tempos, com aquele pensamento na cabeça, mas acabei por esquecer. Só se
voltou a tocar no assunto quando fui questionada pela minha família sobre que
atividade extracurricular queria praticar. Não tinha grande vontade de fazer
alguma, mas respondi prontamente que se tivesse de ser, seria equitação. Penso
que essa decisão se deu devido não só ao meu gosto, mas também por influência
da minha prima, que na altura praticava equitação.
Tive
aulas, então, durante algum tempo. Já não monto a algum. Confesso que já sinto
saudade daquela liberdade e adrenalina, e da maneira como me conseguia abstrair
de tudo o resto.
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