À data que estou a escrever este texto, já se passaram três longos dias desde o início das comemorações dos 70 anos de reinado da rainha Elizabeth II, o tão aguardado Jubileu de platina que nunca antes tinha sido comemorado por outro rei em Inglaterra.
Nunca
percebi porquê, mas estes assuntos sempre me fascinaram e criaram em mim um título
de curiosidade, a vontade de saber mais, de perceber como tudo aconteceu, e
tantas outras coisas que para tal não tenho explicação. Não tenho ligação
absolutamente nenhuma com o Reino Unido, mas sempre foi um país que quis
conhecer tanto a nível turístico como cultural e histórico.
Apesar da
idade da rainha, que já não vai para nova tal como nós, a sua juvenilidade ainda
se nota, poderia ser uma senhora carrancuda, antipática, não permitir certas e
determinadas coisas, sim é verdade que tem de pôr e impor postura pelo cargo
que ocupa mas também deve gostar de uma vez por outra sair um pouco fora das
regras.
É de
conhecimento geral, que a rainha tem dois fascínios, as famosas corridas de
cavalos que todos os anos presencia mas infelizmente este ano teve de assistir
na sua poltrona através da televisão devido à sua saúde frágil e débil. O outro
grande fascínio são os tão famosos corgi, estima-se que já teve mais de 30 cães
da raça corgi, que tanto estima e que para ela são uns verdadeiros
companheiros.
Precisamente,
a 2 de junho de 1953, a coroa pousava em cima da cabeça de uma senhora nos
altos dos seus 25 anos, que por alteração na linha de sucessão e assim
consequentemente da história, foi coroada como rainha daquele país que tão bem
representou, é claro que ao longo do seu reinado teve altos e baixos, os
escândalos em redor dos filhos, a morte do seu marido, e mesmo assim a rainha
permanece firme.
É de
congratular, por estes setenta anos de reinado e chefia de um país que
ultimamente muito se tem ouvido falar. Sempre imaginei ver a rainha festejar o
seu 100º aniversário ainda sob poder da coroa mas receio que isso já não seja
possível devido a sua preciosa idade e ao estado de saúde que cada vez se torna
mais débil.
“God Save the Queen”.
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