Estou sentado, na minha secretária
em frente ao meu computador a pensar se devo ou não abordar o tema, mas decidi
falar sobre o amor. Pensando para os meus botões, mas o que é o amor? Alguém
por aqui sabe uma definição concreta e consensual de amor? Afinal talvez não
seja o único com dificuldades para defini-lo, provavelmente depende da
definição de cada um. Se cada pessoa ama a sua maneira, cada um interpreta-o a sua maneira. Correto? Talvez sim, talvez não. Faço a pergunta e não
sei a resposta devido ao amor ser um sentimento muito confuso, aposto que
muitos de nós não sabemos a diferença de paixão e amor, vocês sabem? É que eu
não, mentira tenho uma ideia que muito provavelmente pode ser diferente da
vossa, para mim amor é como a esperança é sempre a última a morrer, mas a
paixão é diferente é como uma pilha acaba e já não pode ser utilizada de novo,
essa é a principal diferença na minha opinião sobre paixão e amor. Centrando de
volta ao tema o amor, ele é tão confuso deixa qualquer um baralhado e com
imensas dúvidas, vou tentar explicar o amor por partes embora ele seja um só, o
quê que eu quero dizer com isto? Que o sentimento de cuidar, proteger,
conviver, preservar, querer ter ao nosso lado e de desejar o melhor para os
nossos sejam eles familiares, pessoas com quem vivemos, amigos, uma namorada ou
namorado, o nosso animal de estimação e até mesmo coisas como clubes de futebol
ou desportos, no fundo, alguém ou algo que nós tenhamos considerado de grande
valor. É universal seja qual for o tipo de amor e nisto é um só.
Ele divide-se várias formas
dependendo a que pessoa te estás a referir, por exemplo, é normal que o amor
que sentes pela tua namorada seja diferente que o amor que sentes pela tua mãe,
afinal tu não tens relações sexuais com a tua mãe? Se fazes é muito estranho.
Continuando, tu queres proteger ambas e as duas serão o bem mais valioso da tua
vida nesse momento, mas são diferentes uma criou-te e a outra é a pessoa com
quem queres construir uma vida. Um amigo também tens amor por ele, vejamos tu
queres que o teu amigo esteja bem? Queres que ele tenha sucesso? Ajudas em tudo
o que ele precisar sem querer nada em troca? Contas os teus problemas e ouves
os dele? Se fazes isto tudo parabéns, és um amigo.
Um amor que não sei se é amor ou
fanatismo, estou a mencionar a chamada "clubite". É verdade que por
amor fazemos loucuras, eu por exemplo pela rapariga que gostava dei a volta a
escola de joelhos para no fim ouvir um não. Foi uma dor no coração, mas foi
saudável para todos menos para os meus joelhos, mas não magoei ninguém e muitas
vezes no futebol existem apedrejamentos, agressões e violência, todas essas
atitudes são tremendamente condenáveis e não podem ser aceites na nossa
sociedade, o Hitler e as suas guerras ficaram no século XX, no próximo derby
lembrem-se disso, ok?
Amor só tem um problema que eu não
gosto e muitas vezes faz-me ter medo por dois motivos o primeiro, é o da
ilusão, iludir-nos é muito fácil, nunca vos aconteceu criar expetativas de
grandes amizades ou amores e não dar em nada? Se sim, compreendem o quanto
vazio e escuro pode ficar o nosso coração e uma sensação a qual não recomendo e
odiava repetir. Segundo é o amor transformar-se em obsessão temos o caso da
violência doméstica ou dos ciúmes doentios, se isso acontecer com um de fosses
saiam não é saudável para a vossa saúde mental nem física e nunca se esqueçam
não tenham vergonha ou medo de pedir ajuda. Cada pessoa tem a sua liberdade se
o amor chegar ao fim ponham um ponto final e siga a sua vida.
Deixei para o fim a parte mais
importante do amor, o amor-próprio, mas porquê que o mais importante? É
simples, se não te amares como podes amar alguém? Como podes amar alguém se não
te amas a ti próprio? Um conselho a quem não se ama a ela mesma, tu és linda e
uma excelente pessoa nunca duvides disso e não deixes ninguém duvidar.
Sinto
que este texto está uma confusão, mas afinal o amor também o é, estão bem um
para o outro. Queria terminar o texto dizendo que amem e vivam o mais que poder
porque o amor é o sentimento mais bonito que temos.

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