O ser humano, desde sempre, teve a necessidade de se comunicar com os outros, inicilamente através de sinais de fumo e pinturas rupestres. Porém o Homem sempre procurou evoluir, e como ele, a sua forma de comunicação também evoluiu, aparecendo as primeiras palavras.
Atualmente o uso da palavra é comum entre as pessoas e todos nós temos a capacidade de manipulá-las segundo as nossas intenções.
Diversas pessoas optam por fazer o bem através das palavras, ao reconfortar alguém, ao elogiar ou até mesmo ao defender causas sociais.
Tal como podemos usufruir das palavras para fazer o bem, por vezes também as utilizamos para fins negativos, muitas das vezes sem a intenção de magoar ou prejudicar, acabamos por fazê-lo.
Em momentos de raiva, quando insultamos, em momentos de indignação, quando maltratamos alguém, ou até mesmo, em momentos de exaustão, quando acabamos por ferir os sentimentos de outra pessoa, estamos a usar o lado prejurativo da palavra.
Há palavras que nos beijam como se tivessem boca, que nos fazem sentir bem, confiantes. Todavia as palavras também podem assumir a forma de um punhal, ou de um incêndio, magoando quem delas se aproxime.
Parte de nós refletir e optar pelo melhor uso da mesma, ter consciência do poder e das consequências que podem advir a uma má escolha de palavras.
A meu ver, somos responsáveis pelo que dizemos, mas não podemos controlar as várias interpretações que uma palavra pode adquirir. Devemos ponderar e escolher muito bem as palavras que usamos, tal como devemos avaliar as repercussões que uma palavra mal dita pode tomar.
Todos temos uma voz, cabe-nos a nós saber usá-la para fins que realmente tenham importância, quer a nível pessoal, quer a nível público.
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